sexta-feira, 1 de junho de 2012





O tirante do meu alforje,
De tão puído, rompeu-se
Espalhando ao chão
Minhas relíquias, meus sonhos, minhas memórias...

Ao vento, lançaram-se as levezas
Rodopiando, tais folhas secas
Como beija-flores, pairando no ar
Acenando-me adeus...


Humberto Santos